Como combinar a pintura do carro para reparos pontuais em veículos mais antigos

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Um arranhão é irritante. Um ding que expõe o metal descoberto é pior. O objetivo é sempre tornar o reparo invisível. Isso requer uma combinação de cores tão precisa que engana os olhos. Fácil para um carro novo. Difícil para um sedã de dez anos onde os revestimentos transparentes desbotaram e oxidaram. Você precisa entender a química antes de pegar uma pistola.

A química por trás da pintura automotiva

Os carros não usam apenas uma camada de poeira colorida. Eles usam um escudo químico. Cada pintura automotiva depende de três componentes principais.

Resina é o aglutinante. Isso determina durabilidade. Sem resina suficiente, a tinta descasca ao primeiro impacto da pedra. Também determina a qualidade do aplicativo.

Solvente controla a viscosidade. Ele afina a mistura para que ela flua corretamente através de um bico de pulverização. Muito grosso e você obtém textura de casca de laranja. Muito fino e funciona.

Pigmento é a cor. Chega na forma de toner em pó. Os técnicos misturam esses pós com a resina e a base de solvente para criar o acabamento exato.

Localizando seu código de pintura original

Você não pode misturar a cor certa se não souber o que a fábrica usou. Adivinhar leva a painéis incompatíveis. Você precisa do código específico.

  1. Encontre a placa de identificação. Geralmente é chamada de etiqueta de identificação de peças de reposição. Geralmente está localizado no compartimento do motor ou no batente da porta do lado do motorista.
  2. Verifique os recursos do fabricante. Se você souber a marca, o modelo e o ano, alguns fabricantes listam os códigos de pintura online. Isso funciona melhor para veículos mais novos. Carros mais antigos podem não ter registros digitais.
  3. Considere pinturas em dois tons. Muitos veículos têm cores de teto contrastantes ou detalhes de acabamento. Você pode precisar de dois códigos separados para obter a imagem completa.

Leve este código a uma oficina mecânica. Eles podem extrair a fórmula básica. Mas o código bruto nem sempre é suficiente para uma combinação perfeita.

A arte da mistura de cores

Mesmo com o código correto, raramente é garantida uma correspondência perfeita. A exposição solar altera a tonalidade original. O histórico de sujeira e lavagem altera a refletividade da superfície. Você tem que se ajustar.

Comece com luz e escuridão. Aproxime o valor. Em seguida, ajuste o matiz. É aqui que a experiência é importante. Você está equilibrando variáveis. Uma ligeira mudança no tom pode fazer com que o reparo pareça um curativo.

A mistura não é negociável. Mesmo que o local pareça próximo, misture-o.

A reparação pontual exige precisão. Você não pode deixar uma borda dura onde a nova tinta encontra a antiga. A transição deve ser gradual. Se a área reparada estiver muito clara ou muito escura, o olho percebe imediatamente. O objetivo é a camuflagem. Não correção. A cor deve desaparecer no painel circundante.